sexta-feira, 24 de maio de 2013
Leis verdadeiras
As pessoas tem que saber que sempre haverá drogas o fato é que deve existir leis que não favoreça o consumo das drogas.
Será que existe ex gay e ex viciado em crack
Estatísticas indicam que ex viciado em crack é tão impossível quanto ser ex gay.
Drogado na cadeia não tem chance
As facções presidiaria,não admitem os drogados em crack lá dentro,os drogados em crack sofrem por não ter a mesma facilidade em encontrar a droga. Neste caso também os presidiários não admitem drogados em crack na mesma cela ou carceragem sendo assim muitos são liberados e voltam para rua,assim podendo fazer tudo que querem roubando e estuprando e assaltando e sequestrando e matando inocentes.
característica de uma viciado em crack
O dependente de crack é um impulsivo com fraca personalidade e depressivo,tem a tendência a ser agressivo e arredio,sua melhor performa é quando está em uso da droga, que para manter seu uso ele vende tudo que tem e rouba para custear a droga.
Estuprador de psicóloga
Estuprador de psicóloga admite que estava sob efeito de crack.Agora será que ele vai ser preso ou internado,com uma ajuda do governo de R$ 1.300,00 por mês?
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Escolas de SÃO PAULO, vira ponto de drogas
A escola estadual de são paulo E.E. DE SÃO PAULO, situado na rua da Figueira no centro de SP , tem sido palco de vendas de drogas ao ar livre dentro do pátio da escola, não tem policiamento, e as crianças estão sendo aliciadas a comprar drogas como quiser.Destruição da rotina de alunos com boa índole.
E o que o governador Alckimim tem a dizer sobre o assunto que é tão importante.
E o que o governador Alckimim tem a dizer sobre o assunto que é tão importante.
Viciado em crack é doente,usuário de maconha é condenado e preso
É com tanta graça que não sabemos mais o que é certo ou errado,hoje em dia estamos prestes a sustentar vagabundos assaltantes de farol viciados em crack. Que recebem um salário maior que o mínimo,enquanto pessoas que são usuários de uma certa substância que é proibida,estão sendo presos pelas polícias e fichado na justiça como marginais.Creio que para identificar se um individuo é ou não doente ele deve ter uma doença real não inventada pelo governo, ainda não foi comprovado pela ciência que crack é uma doença. (O uso do crack — e sua potente dependência psíquica — frequentemente leva o usuário que não tem capacidade monetária para bancar o custo do vício à prática de delitos para obter a droga. Os pequenos furtos de dinheiro e de objetos, sobretudo eletrodomésticos, muitas vezes começam em casa. Muitos dependentes acabam vendendo tudo o que têm a disposição, ficando somente com a roupa do corpo. Em alguns casos, podem se prostituir para sustentar o vício. O dependente dificilmente consegue manter uma rotina de trabalho ou de estudos e passa a viver basicamente em busca da droga, não medindo esforços para consegui-la. Tais "sintomas" foram mostrados pelo programa "Profissão Repórter", que foi ao ar pela Rede Globo no dia 16 de novembro de 2010. Ocrack pode causar doenças reumáticas, podendo levar o indivíduo a morte.
Embora seja uma droga mais barata que a cocaína, o uso do crack acaba sendo mais dispendioso: o efeito da pedra de crack é mais intenso, mas passa mais depressa, o que leva ao uso compulsivo de várias pedras por dia.
O pesquisador Luis Flávio Sapori, do Instituto Minas pela Paz, que realizou a mais aprofundada pesquisa sobre o assunto, financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, aponta que o crack é, sem dúvida, um fator de risco para a violência urbana. Segundo Sapori, não há uma política nacional de saúde pública para acolher o dependente químico que queira se tratar. Ao mesmo tempo, não há mecanismos para aqueles que necessitariam de uma internação involuntária)
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Cartão recomeço ou cartão sustenta viciado
O governo do Estado de São Paulo, tem o propósito de tirar viciados em craque das ruas de são paulo,com uma desculpa, usando o dinheiro público; ele implica uma lei em que o viciado tem direito a receber uma quantia maior que dois salários mínimos.
Isto é um absurdo jamais ele deveria induzir um drogado desta maneria, está lei apenas fará com que desocupados, com saúde para fazer trabalhos voluntários, irão receber um auxilio altíssimo para apenas para de usar drogas e arrumar um emprego.
Agora ,porque não fazem uma lei,onde este mesmos drogados e desocupados seriam obrigados a fazer trabalhos voluntários,(como limpar ruas,creches,escolas,museus ou limpar a cidade que eles sujam),com o certificado de uma empresa governamental provando que este mesmo está cumprindo com os deveres de um bom cidadão sendo assim ele teria direito a moradia e alimentação com o seguimento na educação podendo assim se redimir e fazer uma universidade também publica porque já está no programa neste caso poderia ele receber um pequeno auxilio de R$ 70,00 que é o valor do bolsa família, para o lazer e mesmo assim com comprovantes.
Isto é um absurdo jamais ele deveria induzir um drogado desta maneria, está lei apenas fará com que desocupados, com saúde para fazer trabalhos voluntários, irão receber um auxilio altíssimo para apenas para de usar drogas e arrumar um emprego.
Agora ,porque não fazem uma lei,onde este mesmos drogados e desocupados seriam obrigados a fazer trabalhos voluntários,(como limpar ruas,creches,escolas,museus ou limpar a cidade que eles sujam),com o certificado de uma empresa governamental provando que este mesmo está cumprindo com os deveres de um bom cidadão sendo assim ele teria direito a moradia e alimentação com o seguimento na educação podendo assim se redimir e fazer uma universidade também publica porque já está no programa neste caso poderia ele receber um pequeno auxilio de R$ 70,00 que é o valor do bolsa família, para o lazer e mesmo assim com comprovantes.
Porque os políticos não abaixam seus salários.
Gostaria de saber se um político tivesse um salário no valor de menos que dois mil reais mensais eles iriam continuar a serem políticos.No Brasil os trabalhadores sem qualificação recebem salários menores,que mil reais por mês,temos políticos que nem ao menos terminou o ensino médio que recebem mais de vinte mil por mês.
Então o que acontece?
Resposta:
HEIM.HEIM.HEIM.
Resposta:
HEIM.HEIM.HEIM.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Onde está a segurança escolar
Gostaria de saber porque a escola estadual Antonio Firmino de Proença no bairro da mooca em são paulo, está sem diretor no período noturno,há muito tempo não se toma uma solução para o descaso com os alunos desta escola onde acontece problemas como alunos vândalos colocam bombas no colégio e agridem outros alunos,onde está a segurança, quando precisamos.
Ontem dia 13/05/2013 um aluno desrespeitou a professora e agrediu outro junto com mais três colegas atacaram covardemente um aluno inofensivo de bom caráter e estudioso com inveja e sem puder o agrediram com murros e ponta pés.Pelo simples fato de que os alunos delinquentes estavam atrapalhando a aula,infelizmente este aluno que apanhou estava sozinho e foi o único a defender como homem todos os outros alunos que estavam sendo insultados pelas palavras do aluno delinquente, este aluno de má índole por sua vez dizia; que quem não estivesse feliz com ele, ali atrapalhando as aulas que pagasse uma escola particular e saísse da escola porque os incomodados que se retirem .
Foram essas as palavras do individuo que com quase vinte anos está cursando o segundo ano do ensino médio fazendo um curso de eja .
Agora eu me pergunto o que a segurança faz para manter a integridade dos alunos deste colégio se não existe policiamento,e todos os dias acontece esses problemas lá dentro.
Gostaria de um parecer publico das autoridades com vista para esta escola,pelo fato de que os professores não conseguem dar aulas neste colégio.Porque são ameaçados verbalmente intimidados pelos alunos delinquentes,bombas são jogadas diariamente sem o maior pudor a cada 15 minutos explode uma bomba,alunos fumando e usando drogas no horário do intervalo, no pátio ao meio de todos os outros alunos como se todos fossem obrigados a conviver com aquilo achando um fato normal .
Eu sei que todas escolas tem seus problemas,mais está aqui uma denuncia ou mais uma denuncia.
Ontem dia 13/05/2013 um aluno desrespeitou a professora e agrediu outro junto com mais três colegas atacaram covardemente um aluno inofensivo de bom caráter e estudioso com inveja e sem puder o agrediram com murros e ponta pés.Pelo simples fato de que os alunos delinquentes estavam atrapalhando a aula,infelizmente este aluno que apanhou estava sozinho e foi o único a defender como homem todos os outros alunos que estavam sendo insultados pelas palavras do aluno delinquente, este aluno de má índole por sua vez dizia; que quem não estivesse feliz com ele, ali atrapalhando as aulas que pagasse uma escola particular e saísse da escola porque os incomodados que se retirem .
Foram essas as palavras do individuo que com quase vinte anos está cursando o segundo ano do ensino médio fazendo um curso de eja .
Agora eu me pergunto o que a segurança faz para manter a integridade dos alunos deste colégio se não existe policiamento,e todos os dias acontece esses problemas lá dentro.
Gostaria de um parecer publico das autoridades com vista para esta escola,pelo fato de que os professores não conseguem dar aulas neste colégio.Porque são ameaçados verbalmente intimidados pelos alunos delinquentes,bombas são jogadas diariamente sem o maior pudor a cada 15 minutos explode uma bomba,alunos fumando e usando drogas no horário do intervalo, no pátio ao meio de todos os outros alunos como se todos fossem obrigados a conviver com aquilo achando um fato normal .
Eu sei que todas escolas tem seus problemas,mais está aqui uma denuncia ou mais uma denuncia.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
07/05/2013 18h24 - Atualizado em 07/05/2013 18h37 SP lançará cartão para financiar tratamento de usuários de crack
Programa irá garantir R$ 1.350 mensais para pagamento de clínicas.
'Cartão Recomeço' será lançado na quinta no Palácio dos Bandeirantes.
Do G1 São Paulo
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O governo de São Paulo irá lançar nesta quinta-feira (9) um programa para ajudar a financiar o tratamento de dependentes químicos, conforme publicou nesta terça o site da revista "Época".
Um funcionário do governo disse ao G1 que o benefício se chamará "Cartão Recomeço" e irá garantir R$ 1.350 mensais para serem usados exclusivamente no pagamento de clínicas credenciadas e especializadas na recuperação de usuários de drogas.
O programa deve ser lançado pelo governador Geraldo Alckmin em evento no Palácio dos Bandeirantes na quinta-feira. Inicialmente, serão atendidos 3 mil dependentes químicos.
saiba mais
A ideia do programa é conceder um cartão para os dependentes que aceitarem o tratamento voluntariamente. Ao apresentar o cartão nessas unidades, o usuário receberá o tratamento e o dinheiro será repassado do governo de São Paulo diretamente para a clínica credenciada.
O edital para as clínicas se credenciarem deve ser lançado nos próximos dias pelo governo. Clínicas em 11 cidades poderão participar: Diadema, Sorocaba, Campinas, Bauru, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José dos Campos, Osasco, Santos e Mogi das Cruzes.
Há cerca de um ano, a Prefeitura de São Paulo e o governo estadual intensificarem as ações contra o crack no Centro da capital paulista, na chamada Cracolândia. O Programa de Enfrentamento ao Crack na cidade foi lançado em janeiro pelo governador.
Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo mostrou que o Brasil é o maior mercado mundial do crack, onde 2% da população faz uso da droga, número equivalente a quase 3 milhões de pessoas. De acordo com o estudo, o Sudeste concentra 46% dos usuários.
Samu
Uma parceria anunciada no fim de abril pelo governo do estado e a Prefeitura de São Paulo ampliou o programa do combate ao crack na capital paulista. Ele passou a contar com equipes do Serviço Móvel de Urgência (Samu) preparadas para o atendimento psiquiátrico de urgência.
Uma parceria anunciada no fim de abril pelo governo do estado e a Prefeitura de São Paulo ampliou o programa do combate ao crack na capital paulista. Ele passou a contar com equipes do Serviço Móvel de Urgência (Samu) preparadas para o atendimento psiquiátrico de urgência.
Também está prevista a ampliação do número de Centros de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas (Caps Ad). Cinco novas unidades do serviço ambulatorial 24 horas para usuários de drogas devem começar a funcionar ainda este ano. Outras cinco unidades das que já existem e funcionam apenas durante o dia terão o horário ampliado até o final do ano. Em seguida, todos os Caps terão atendimento ininterrupto.
Os Caps Ad ficarão responsáveis por receber os pacientes, identificar o quadro clínico do usuário e apontar a necessidade de tratamento para os dependentes químicos. Esses centros também poderão receber os familiares dos usuários, mesmo dos que não estiverem presentes e em tratamento. Agentes comunitários e de proteção social irão abordar os usuários de crack moradores de rua, na tentativa de encaminhá-los para um serviço de saúde adequado.
Leite é adulterado com produto cancerígeno no Rio Grande do Sul
Cem milhões de litros de leite foram misturados com ureia e formol.
Além do RS, o leite adulterado era vendido também no PR e em SP.
Giovanni Grizotti
Cem milhões de litros de leite podem ter sido misturados com água não tratada e um produto químico cancerígeno para aumentar o lucro de seis empresas de transporte. É o que descobriu uma investigação do Ministério Público no Rio Grande do Sul. O leite adulterado era vendido também no Paraná e em São Paulo. Oito dos nove suspeitos estão presos.
O galpão onde o leite era adulterado fica em Ibirubá, interior do Rio Grande do Sul. No local, caminhões-tanque sem qualquer refrigeração armazenam água e ureia que, segundo a investigação, são misturados com o leite. A ureia é um fertilizante muito usado no campo e contém formol, substância cancerígena condenada pela Organização Mundial da Saúde.
O engenheiro químico Jerônimo Luiz Menezes Friedrch explica porque os suspeitos precisavam adicionar ureia no leite: “O formol, que está dentro da ureia, é usado para maquiar a adição de água, que era colocada dentro do leite. Eles queriam ganhar no volume. Só que o formol é um produto cancerígeno e cumulativo no organismo, então eles estavam usando a ureia, desconhecendo que dentro havia o formol”.
No final de fevereiro, o Ministério da Saúde identificou a presença do formol. Os promotores começaram a investigar e descobriram que os suspeitos compraram mais de 98 toneladas de ureia, o suficiente para adulterar os 100 milhões de litros de leite que os envolvidos vendem no Rio Grande do Sul, no Paraná e em São Paulo em um ano.
“Nós apuramos que alguns empresários do setor de transporte de leite cru, que realizam o transporte do produtor para os postos de resfriamento, estavam lucrando com a adição de 10% de água ao volume trabalhado. Como essa adição de água faz uma diminuição do poder nutricional do leite, estavam adicionando ureia”, relata o promotor Mauro Rockenbach.
No final de fevereiro, o Ministério da Saúde identificou a presença do formol. Os promotores começaram a investigar e descobriram que os suspeitos compraram mais de 98 toneladas de ureia, o suficiente para adulterar os 100 milhões de litros de leite que os envolvidos vendem no Rio Grande do Sul, no Paraná e em São Paulo em um ano.
“Nós apuramos que alguns empresários do setor de transporte de leite cru, que realizam o transporte do produtor para os postos de resfriamento, estavam lucrando com a adição de 10% de água ao volume trabalhado. Como essa adição de água faz uma diminuição do poder nutricional do leite, estavam adicionando ureia”, relata o promotor Mauro Rockenbach.
O leite era comprado do produtor por intermediadores, que antes de vender para a indústria adulteravam o produto nos chamados postos de resfriamento. Para o promotor, os fraudadores sabiam do risco à saúde da população. “Eles agiam até com um certo deboche. Houve um diálogo captado em determinada ocasião em que um dos empresários fraudadores pedia ao seu motorista que antes de fazer a mistura e levar o leite adulterado, deixasse o leite bom, cru, para ser usado pela sua família. Usando a expressão: ‘deixa para minha guachaiada’”, conta.
Pela manhã, os promotores cumpriram 13 mandados de busca e nove de prisão em quatro cidades gaúchas. Eles estiveram no depósito visitado pela equipe do Jornal Hoje e descobriram que nem a água adicionada ao leite era tratada e vinha deste poço artesiano.
Pela manhã, os promotores cumpriram 13 mandados de busca e nove de prisão em quatro cidades gaúchas. Eles estiveram no depósito visitado pela equipe do Jornal Hoje e descobriram que nem a água adicionada ao leite era tratada e vinha deste poço artesiano.
Após a descoberta da fraude, o Ministério da Agricultura determinou o recolhimento de lotes de quatro marcas nas prateleiras dos supermercados: Latvida, Italac, Líder e Mu-mu. “É possível que alguma coisa ainda esteja no mercado. Tem que se evitar o consumo desses lotes que foram identificados”, alerta o promotor Alcindo Luz Bastos Filho.
A investigação não apontou o envolvimento das indústrias na fraude, mas Mauro Rockenbach criticou a análise do produto nas fábricas: “Eles falharam no controle de qualidade, uma vez que recebem leite com ureia e formol e não detectam antes da linha de industrialização. Falharam no controle de qualidade”.
A Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul afirma que a indústria Latvida não pode mais produzir leite, derivados e doces, pois havia formol em algumas amostras coletadas. A empresa alega que os problemas aconteceram durante o transporte e se referem a apenas um lote.
A empresa que fabrica a marca Mu-Mu afirma que atende os requisitos exigidos pelo Ministério da Agricultura e está à disposição da investigação e dos consumidores para esclarecer dúvidas. A equipe do Jornal Hoje tentou falar com os fabricantes das marcas Italac e Líder, mas ainda não conseguiu resposta.
Confira a lista dos lotes de leite retirados do mercado pelo Ministério da Agricultura:
Fábrica BOM GOSTO – TAPEJARA/RS – SIF 4182
Leite UHT integral
- Marca Líder
Lote: TAP 1 MB
- Marca Líder
Lote: TAP 1 MB
Fábrica GOIASMINAS – PASSO FUNDO/RS – SIF 1369
Leite UHT integral
- Marca Italac
Lote: L 05 KM3
- Marca Italac
Lote: L 05 KM3
Leite UHT semidesnatado
- Marca Italac
Lote: L 12 KM1
- Marca Italac
Lote: L 12 KM1
Leite UHT integral
- Marca Italac
Lote: L 13 KM3
- Marca Italac
Lote: L 13 KM3
Leite UHT integral
- Marca Italac
Lote: L 18 KM3
- Marca Italac
Lote: L 18 KM3
Leite UHT integral
- Marca Italac
Lote: L 22 KM4
- Marca Italac
Lote: L 22 KM4
Leite UHT integral
- Marca Italac
Lote: L 23 KM1
- Marca Italac
Lote: L 23 KM1
Fábrica VONPAR – VIAMÃO/RS – SIF 1792
Leite UHT integral
Marca Mumu
Marca Mumu
domingo, 14 de abril de 2013
Caminhoneiros reclamam da demora em porto de santos.
Caminhoneiros que passam pelas rodovias que dão acesso ao litoral estão tendo problemas com a demora no descarregamento dos produtos no porto de Santos, o problema vem ao longo dos anos conforme a leis foram sendo branda eles foram crescendo em sua categoria ficando assim desproporcional ao limite do porto.
O governador Alckimim quer resolver o problema, acontece que precisa de terrenos e assim vem as desapropriações de outras moradias,tornando-se um problema sem muitos acertos fora os desmatamentos que tivemos em relação as rodovias construídas através do governo PSDB, que vem a mais de trinta anos no governo de São paulo sem muitos acertos pela quantidade de recursos recebidos como impostos o governo não priorizou por exemplo o transporte ferroviário que poderia gerar grandes impostos ao governo.
Temos uma via ferroviária ligada direto ao porto de Santos,na década de 80 os caminhoneiros faziam motins contra a ferrovia e com boicotes eles depredavam,implodiam e até hoje acontece isso, para não haver como os trens passassem sendo assim o governo cedeu aos caminhoneiros de lá para cá só piorou a situação das rodovias por ser uma mistura de caminhões de carga junto aos carros de passeio.
E com a construção do grande empreendimento do governo a rodovia dos imigrantes a pista sul vem tendo grandes problemas com asfalto e desmoronamentos devido ao maus cálculos dos engenheiros contratados para não se importar com o meio ambiente.
Poderia- se ter um meio de transporte rápido e eficaz com custos baixos e sem trazer problemas a região,se ao menos voltasse 50 % do transporte ao porto de santos pela ferrovia, o trânsito e a poluição na rodovia iria diminuir consideravelmente.
Para se chegar em Santos pela ferrovia é muito simples e rápido até mesmo o transporte de passageiros poderia melhorar com os trens de volta .
Em março de 2001, o transporte ferroviário de passageiros no interior de São Paulo parou TOTALMENTE, a despeito da privatização das linhas que, segundo se dizia, traria melhorias ao serviço. O transporte de passageiros foi substituído pelo de cargas, refletindo o descaso pelo trem como meio de deslocamento de pessoas no Brasil.
Com isso ficou mais intenso o trânsito e com consequência houve grandes desmatamentos e poluição um desrespeito aos índios da região e aos animais silvestres que com a construção das pista e movimentação de veículos sofreram grandes devastações em suas cadeias alimentares e especie, sem contar que o aumento das tarifas do pedágio é constante temos somente uma forma de chegar ao litoral.
Se por um acaso acontecer um novo acidente nas rodovias como houve em março de 2013 que parou o litoral, ou uma hipótese pior, não tem para onde correr, a baixada santista está isolada de são paulo por mera falta de vontade do governos do estado.O tempo previsto de São Paulo à chegada em Santos por via ferroviária é menos de uma hora e o custo não passaria de R$ 15,00 isso melhoraria a vida de habitantes que mora em Santos e trabalha em São paulo e vise e versa.
Com tantas tecnologias e avanços no campo como é possível explicar um projeto que não é explorado de forma correta e original.
O transporte ferroviário é viável e não polui a natureza, para o transporte de passageiros é uma vista apreciável de ser ver vale a pena está viagem.
Em tempos de devastação continuar investindo em estradas e não em ferrovias,apenas reforça o poder ao dinheiro não ao meio ambiente,não se tem interesse em ter um ar melhor,ou apenas parar com os grandes congestionamentos das rodovias imigrantes e Anchieta.
O governador Alckimim quer resolver o problema, acontece que precisa de terrenos e assim vem as desapropriações de outras moradias,tornando-se um problema sem muitos acertos fora os desmatamentos que tivemos em relação as rodovias construídas através do governo PSDB, que vem a mais de trinta anos no governo de São paulo sem muitos acertos pela quantidade de recursos recebidos como impostos o governo não priorizou por exemplo o transporte ferroviário que poderia gerar grandes impostos ao governo.
Temos uma via ferroviária ligada direto ao porto de Santos,na década de 80 os caminhoneiros faziam motins contra a ferrovia e com boicotes eles depredavam,implodiam e até hoje acontece isso, para não haver como os trens passassem sendo assim o governo cedeu aos caminhoneiros de lá para cá só piorou a situação das rodovias por ser uma mistura de caminhões de carga junto aos carros de passeio.
E com a construção do grande empreendimento do governo a rodovia dos imigrantes a pista sul vem tendo grandes problemas com asfalto e desmoronamentos devido ao maus cálculos dos engenheiros contratados para não se importar com o meio ambiente.
Poderia- se ter um meio de transporte rápido e eficaz com custos baixos e sem trazer problemas a região,se ao menos voltasse 50 % do transporte ao porto de santos pela ferrovia, o trânsito e a poluição na rodovia iria diminuir consideravelmente.
Para se chegar em Santos pela ferrovia é muito simples e rápido até mesmo o transporte de passageiros poderia melhorar com os trens de volta .
Em março de 2001, o transporte ferroviário de passageiros no interior de São Paulo parou TOTALMENTE, a despeito da privatização das linhas que, segundo se dizia, traria melhorias ao serviço. O transporte de passageiros foi substituído pelo de cargas, refletindo o descaso pelo trem como meio de deslocamento de pessoas no Brasil.
Com isso ficou mais intenso o trânsito e com consequência houve grandes desmatamentos e poluição um desrespeito aos índios da região e aos animais silvestres que com a construção das pista e movimentação de veículos sofreram grandes devastações em suas cadeias alimentares e especie, sem contar que o aumento das tarifas do pedágio é constante temos somente uma forma de chegar ao litoral.
Se por um acaso acontecer um novo acidente nas rodovias como houve em março de 2013 que parou o litoral, ou uma hipótese pior, não tem para onde correr, a baixada santista está isolada de são paulo por mera falta de vontade do governos do estado.O tempo previsto de São Paulo à chegada em Santos por via ferroviária é menos de uma hora e o custo não passaria de R$ 15,00 isso melhoraria a vida de habitantes que mora em Santos e trabalha em São paulo e vise e versa.
Com tantas tecnologias e avanços no campo como é possível explicar um projeto que não é explorado de forma correta e original.
O transporte ferroviário é viável e não polui a natureza, para o transporte de passageiros é uma vista apreciável de ser ver vale a pena está viagem.
Em tempos de devastação continuar investindo em estradas e não em ferrovias,apenas reforça o poder ao dinheiro não ao meio ambiente,não se tem interesse em ter um ar melhor,ou apenas parar com os grandes congestionamentos das rodovias imigrantes e Anchieta.
terça-feira, 26 de março de 2013
Porque água com flúor?
Introdução
A fluoretação da Água potável é motivo de controvérsias entre muitos cientistas, políticos e ativistas, pois o Flúor é considerado medicamento pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
--> O fluoreto não é um nutriente essencial;
--> Nenhuma doença jamais foi ligada a uma deficiência de fluoreto;
--> O benefício do flúor é principalmente TÓPICO e NÃO SISTÊMICO;
--> Desde que engolir o flúor é desnecessário, não existe razão para forçar às pessoas (contra as suas vontades) a beber o flúor em seu suprimento de água;
--> O fluoreto é um VENENO CUMULATIVO !!
--> O fluoreto não é um nutriente essencial;
--> Nenhuma doença jamais foi ligada a uma deficiência de fluoreto;
--> O benefício do flúor é principalmente TÓPICO e NÃO SISTÊMICO;
--> Desde que engolir o flúor é desnecessário, não existe razão para forçar às pessoas (contra as suas vontades) a beber o flúor em seu suprimento de água;
--> O fluoreto é um VENENO CUMULATIVO !!
Conheça o Flúor e suas conseqüências!
O flúor é um gás halógeno, como o iodo e o cloro, extremamente volátil e altamente reativo.
Daí sua grande facilidade em se combinar a outros elementos.
Não sendo possível encontrá-lo sob a forma livre, na natureza ele se apresenta como fluorita ou espato de flúor (CaF2), fluorapatita [Ca5(PO4)3F] ou criolita (Na3AlF6).
O nome flúor vem do latim fluere, que significa "fluxo" - a fluorita foi um mineral muito utilizado desde a Antiguidade como agente fundente, ou seja, promotor da fusão de outros elementos sólidos.
O flúor ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado.
Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminarem 50% do flúor diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos.
Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar o que cientificamente se conhece como fluorose.
As disfunções renais, ao impedirem a perfeita eliminação do excesso de flúor, fazem aumentar os riscos da fluorose.
De acordo com cálculos divulgados em 1977 pelo National Academy of Sciences (NAS), um organismo que diariamente retém quantidades de flúor superiores a 2mg, ao chegar aos 40 anos começa a apresentar problemas estruturais como artrite, escoliose, rugas, arteriosclerose etc., devido à hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, pele e parede das artérias devido, principalmente, à forte interferência do flúor sobre a síntese do colágeno.
No caso dos ossos, dentes e glândula pineal, acrescenta-se ainda a facilidade com que os íons de flúor (1,29Z) substituem os da hidroxila OH- (1,33Z) e se incorporam à estrutura dos cristais de apatita. Por isso, diante do excesso de flúor, esses tecidos perdem a flexibilidade e se tornam extremamente rígidos e quebradiços.
O colágeno - cadeia protéica que se diferencia das outras devido à presença dos aminoácidos prolina (hidrosiprolina) e lisina (hidroxilisina) - tem sua organização estrutural/funcional determinada pela natureza da célula gestante:
Ameloblasto produz o colágeno que serve de estrutura para a fixação da fluorapatita Ca10 (H2PO4)6 F2O - principal constituinte do esmalte dos dentes.
Condroblasto produz o colágeno que é o principal elemento constituinte das cartilagens.
Fibroblasto produz o colágeno que dá suporte à pele, tendões, ligamentos e músculos.
Odontoblasto produz o colágeno que provê a estrutura onde o hidroxiapatita Ca3(PO4)2 (OH)2 da dentina (parte interna e mais mole dos dentes) se deposita.
Osteoblasto produz o colágeno que provê a estrutura para que os pequenos cristais de apatita Ca10(PO4)6 (OH)2 se encaixem.
Uma vez sintetizado, o colágeno é liberado através de pequenos glóbulos (vesículas) para, então, se aglutinar e formar as fibras de colágeno.
Não havendo distúrbio algum neste mecanismo, os tecidos conjuntivos se mantêm em permanente processo de regeneração/rejuvenescimento, com exceção dos dentes.
Diferente dos osteoblastos, que durante toda a vida são capazes de produzir colágeno para a regeneração dos ossos, os ameloblastos e odontoblastos interrompem suas atividades após a formação dos dentes definitivos.
Por isso, os ossos cicatrizam e os dentes não.
A FLUOROSE
Uma das principais causas da fluorose é decorrente do aumento do número de vesículas gerado pelos estímulos provocados pelo excesso de flúor, o que faz com que a quantidade de colágeno sintetizado deixa de ser suficiente para supri-las devidamente.
As vesículas passam, então, a liberar moléculas mal estruturadas ou mesmo apenas semelhantes ao colágeno.
Por conseguinte, as fibras e os tecidos conjuntivos aos quais irão se unir, do ponto de vista físico e operacional, se tornam defeituosos.
Se isso acontece durante o período de formação dos dentes e a estrutura do esmalte é deformada, manchas escuras ou claras características da fluorose dental se formam na sua superfície.
A ciência odontológica, com sua visão limitada à cavidade bucal, qualifica a fluorose apenas como um problema cosmético, sem maiores conseqüências.
Entretanto, para a toxicologia, ramo da medicina que estuda o impacto do flúor a nível sistêmico, a fluorose dental é apenas a ponta de um iceberg - a parte visível do estrago que o flúor está causando ao organismo - que, segundo estatísticas de 1993, já se apresenta em 22% das crianças americanas.
Embora a concentração do flúor varie de acordo com cada osso, os dados divulgados pela Agency for Toxic Substances and Disease Registry são bastante elucidativos:
Os ossos contêm, normalmente, de 500 a 1.000 ppm de flúor... em estado pré-clinico de fluorose esquelética... apresentam de 3.500 a 5.500 ppm... A concentração de flúor nos ossos aumenta com a idade...
Para o Dr. William Marcus, sênior toxicologista do US Environmental Protection Agency (EPA), cujas advertências encontram-se registradas na página 66 do Covert Action, do outono de 1992:
Em relação à fluoração da água, o EPA deveria agir imediatamente para proteger o público, não somente do câncer, mas também das fraturas ósseas, artrite, mutagenicidade etc., diante das crescentes evidências.
Sob condições normais, só o colágeno dos ossos e dos dentes sofre o processo de mineralização, mas em conseqüência dos distúrbios causados pelo excesso do flúor, não só os ossos e dentes podem ser hipermineralizados, como também o colágeno dos tecidos conectivos da pele, cartilagem, tendões, ligamentos, parede das artérias etc. pode sofrer igualmente uma hipermineralização/hiper-calcificação, em detrimento da densidade óssea e provocando conseqüências das mais diversas naturezas como:
-Rugas na pele e quadros de arteriosclerose.
-Calcificação das membranas interósseas da coluna, cotovelos, joelhos, ombros etc., levando aos mais diversos quadros de artrite.
-Excesso de rigidez/perda de flexibilidade óssea, aumentando a incidência das fraturas e diminuindo a capacidade de cicatrização dos ossos.
-Fluorose dental, gerada pela deformação do esmalte.
-Fluorose óssea, fluorose esquelética ou osteofluorose, que provoca a deformação da estrutura dos ossos.
O excesso de flúor, portanto, aparece no organismo como fator de desorganização da estrutura do:
Colágeno comprometendo os tecidos conectivos dos tendões, ligamentos, parede das artérias etc., fazendo-os perder a flexibilidade e resistência e provocando processos degenerativos.
Osso gerando a hipermineralização, que o deixa mais vulnerável às fraturas, provoca deformações como a escoliose, cifose, bico-de-papagaio, compressão da coluna e a restrição dos movimentos das juntas.
Este conhecimento não é absolutamente nada de novo, pois, em 1936, o Journal of the American Dental Association já alertava:
É crescente o número de evidências sobre os efeitos da intoxicação crônica causada pela ingestão prolongada de pequenas quantidades de flúor... Os registros sobre toxicidade apontam o flúor, o chumbo e o arsênico como pertencentes a um grupo que intoxica a doses baixas.
Todo químico sabe que a toxicidade do flúor é superior à do chumbo e pouca coisa inferior à do arsênico. Mesmo assim, desde 1945 a toxicidade do flúor foi "absolvida" para que o fluoreto de sódio - subproduto da indústria do alumínio, então florescente com a guerra e a experiência que os alemães acabavam de fazer com o flúor - fosse elevado à categoria de "salvador dos dentes", passando a ser distribuído à população através da rede de águas.
Apesar de qualquer número acima de 15 ppb (partes por bilhão) de chumbo continuar sendo considerado tóxico ao organismo, 1.000 ppb (ou 1ppm) de flúor foi instituído como uma quantidade ideal pelos americanos.
Assim, essa medida logo se tornou um dogma inquestionável para muitos, incluindo o Brasil, embora a "idéia" ainda seja rejeitada por mais de 90% dos países da Europa Ocidental, cujos padrões culturais não permitem tal insensatez.
Para a indústria do alumínio e dos superfosfatos, a reciclagem do flúor, um subproduto que não pode ser jogado ao mar, rios ou lagos devido ao seu alto grau de toxicidade, representa não apenas desoneração, mas lucro -calcula-se que a indústria americana em vez de gastar uns US$400 milhões por ano tentando dispensá-lo sem agredir o ecossistema, consiga lucrar uns US$180 milhões.
Do ponto de vista toxicológico, entretanto, essa história é de uma gravidade tão grande, que qualquer leigo ou cientista tem que se perguntar: A quem interessa a intoxicação dos cidadãos?
O trabalho de investigação do Dr. Philip Sutton, autor de The Greatest Fraud: Fluoridation (O maior fraude: a fluoração), levaram-no a descobrir um memorando de 29 de abril de 1944, do Manhattan Project, onde se produzia a bomba atômica, que dizia:
Evidências clínicas sugerem que o hexafluoreto de urânio atua sobre o sistema nervoso central... E tudo indica que a causa seja o F (flúor) e não o U (urânio).
Esse memorando, que trazia o carimbo de "secreto" e era endereçado ao Coronel Stafford Warren, então chefe do Departamento Médico do Manhattan Project, requisitava um estudo imediato sobre os efeitos do flúor e do urânio alegando que:
Sendo essencial trabalharmos com esses componentes, é necessário conhecermos seus efeitos.... para prevenir perturbações nos operários que possam vir a causar danos a outrem por cumprir sua tarefa de maneira imprópria.
De acordo com o Dr. Robert Isaacson, da Binghamton University(New York), tanto o fluoreto de alumínio quanto o fluoreto de sódio são extremamente tóxicos nas quantidades a que estamos sendo diariamente expostos através dos cremes dentais e da água fluorada, cuja contaminação obviamente se expande aos alimentos.
No estudo publicado em outubro de 1997, no Annals of the New York Academy of Sciences, Isaacson revela que já na sua primeira pesquisa ficou evidente o alto grau de mortalidade e a degradação da saúde dos animais que, a partir do quarto mês de vida, receberam 0,5 ppm de fluoreto de alumínio (AlF3) - 8% morreram antes do estudo completar 45 semanas, enquanto os que resistiram até o final estavam em péssimas condições de saúde.
Pesquisas subseqüentes continuaram mostrando que mesmo em pequenas quantidades o flúor não apenas aumenta os níveis de alumínio no cérebro como interfere sobre o hipocampo - região relacionada com a coordenação do funcionamento das outras partes do cérebro, memória, tomada de iniciativa etc., sobre a qual o Tokyo Metropolitan Institute for Neuroscience acaba de concluir mais uma pesquisa.
Acontece que qualquer dano no hipocampo diminui a vontade, a capacidade de decisão, de contestação etc., isto é, torna qualquer pessoa dócil e submissa, embora também possa levá-la à loucura.
O verdadeiro propósito da água fluorada não é beneficiar os dentes das crianças mas reduzir a resistência de todos à dominação, controle e perda da liberdade.
Por isso, não receio afirmar que qualquer pessoa que beba água artificialmente fluorada por um período de um ano, ou mais, jamais voltará a ser mental ou fisicamente a mesma.
Devido à facilidade com que transpõe as barreiras do cérebro, o flúor ataca o sistema nervoso central, provoca instabilidade do humor, perda da memória e do olfato, desestrutura o neocortex e o hipocampo, além de inúmeras outras conseqüências relacionadas ao seu potencial de intoxicação.
Por isso, o flúor, que antes de aparecer como lixo industrial da produção do alumínio era um produto bastante caro, é um dos principais ingredientes dos venenos de ratos e baratas, dos medicamentos anestésicos, hipnóticos e psiquiátricos, assim como dos gases hoje utilizados como arma militar.
Daí sua grande facilidade em se combinar a outros elementos.
Não sendo possível encontrá-lo sob a forma livre, na natureza ele se apresenta como fluorita ou espato de flúor (CaF2), fluorapatita [Ca5(PO4)3F] ou criolita (Na3AlF6).
O nome flúor vem do latim fluere, que significa "fluxo" - a fluorita foi um mineral muito utilizado desde a Antiguidade como agente fundente, ou seja, promotor da fusão de outros elementos sólidos.
O flúor ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado.
Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminarem 50% do flúor diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos.
Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar o que cientificamente se conhece como fluorose.
As disfunções renais, ao impedirem a perfeita eliminação do excesso de flúor, fazem aumentar os riscos da fluorose.
De acordo com cálculos divulgados em 1977 pelo National Academy of Sciences (NAS), um organismo que diariamente retém quantidades de flúor superiores a 2mg, ao chegar aos 40 anos começa a apresentar problemas estruturais como artrite, escoliose, rugas, arteriosclerose etc., devido à hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, pele e parede das artérias devido, principalmente, à forte interferência do flúor sobre a síntese do colágeno.
No caso dos ossos, dentes e glândula pineal, acrescenta-se ainda a facilidade com que os íons de flúor (1,29Z) substituem os da hidroxila OH- (1,33Z) e se incorporam à estrutura dos cristais de apatita. Por isso, diante do excesso de flúor, esses tecidos perdem a flexibilidade e se tornam extremamente rígidos e quebradiços.
O colágeno - cadeia protéica que se diferencia das outras devido à presença dos aminoácidos prolina (hidrosiprolina) e lisina (hidroxilisina) - tem sua organização estrutural/funcional determinada pela natureza da célula gestante:
Ameloblasto produz o colágeno que serve de estrutura para a fixação da fluorapatita Ca10 (H2PO4)6 F2O - principal constituinte do esmalte dos dentes.
Condroblasto produz o colágeno que é o principal elemento constituinte das cartilagens.
Fibroblasto produz o colágeno que dá suporte à pele, tendões, ligamentos e músculos.
Odontoblasto produz o colágeno que provê a estrutura onde o hidroxiapatita Ca3(PO4)2 (OH)2 da dentina (parte interna e mais mole dos dentes) se deposita.
Osteoblasto produz o colágeno que provê a estrutura para que os pequenos cristais de apatita Ca10(PO4)6 (OH)2 se encaixem.
Uma vez sintetizado, o colágeno é liberado através de pequenos glóbulos (vesículas) para, então, se aglutinar e formar as fibras de colágeno.
Não havendo distúrbio algum neste mecanismo, os tecidos conjuntivos se mantêm em permanente processo de regeneração/rejuvenescimento, com exceção dos dentes.
Diferente dos osteoblastos, que durante toda a vida são capazes de produzir colágeno para a regeneração dos ossos, os ameloblastos e odontoblastos interrompem suas atividades após a formação dos dentes definitivos.
Por isso, os ossos cicatrizam e os dentes não.
A FLUOROSE
Uma das principais causas da fluorose é decorrente do aumento do número de vesículas gerado pelos estímulos provocados pelo excesso de flúor, o que faz com que a quantidade de colágeno sintetizado deixa de ser suficiente para supri-las devidamente.
As vesículas passam, então, a liberar moléculas mal estruturadas ou mesmo apenas semelhantes ao colágeno.
Por conseguinte, as fibras e os tecidos conjuntivos aos quais irão se unir, do ponto de vista físico e operacional, se tornam defeituosos.
Se isso acontece durante o período de formação dos dentes e a estrutura do esmalte é deformada, manchas escuras ou claras características da fluorose dental se formam na sua superfície.
A ciência odontológica, com sua visão limitada à cavidade bucal, qualifica a fluorose apenas como um problema cosmético, sem maiores conseqüências.
Entretanto, para a toxicologia, ramo da medicina que estuda o impacto do flúor a nível sistêmico, a fluorose dental é apenas a ponta de um iceberg - a parte visível do estrago que o flúor está causando ao organismo - que, segundo estatísticas de 1993, já se apresenta em 22% das crianças americanas.
Embora a concentração do flúor varie de acordo com cada osso, os dados divulgados pela Agency for Toxic Substances and Disease Registry são bastante elucidativos:
Os ossos contêm, normalmente, de 500 a 1.000 ppm de flúor... em estado pré-clinico de fluorose esquelética... apresentam de 3.500 a 5.500 ppm... A concentração de flúor nos ossos aumenta com a idade...
Para o Dr. William Marcus, sênior toxicologista do US Environmental Protection Agency (EPA), cujas advertências encontram-se registradas na página 66 do Covert Action, do outono de 1992:
Em relação à fluoração da água, o EPA deveria agir imediatamente para proteger o público, não somente do câncer, mas também das fraturas ósseas, artrite, mutagenicidade etc., diante das crescentes evidências.
Sob condições normais, só o colágeno dos ossos e dos dentes sofre o processo de mineralização, mas em conseqüência dos distúrbios causados pelo excesso do flúor, não só os ossos e dentes podem ser hipermineralizados, como também o colágeno dos tecidos conectivos da pele, cartilagem, tendões, ligamentos, parede das artérias etc. pode sofrer igualmente uma hipermineralização/hiper-calcificação, em detrimento da densidade óssea e provocando conseqüências das mais diversas naturezas como:
-Rugas na pele e quadros de arteriosclerose.
-Calcificação das membranas interósseas da coluna, cotovelos, joelhos, ombros etc., levando aos mais diversos quadros de artrite.
-Excesso de rigidez/perda de flexibilidade óssea, aumentando a incidência das fraturas e diminuindo a capacidade de cicatrização dos ossos.
-Fluorose dental, gerada pela deformação do esmalte.
-Fluorose óssea, fluorose esquelética ou osteofluorose, que provoca a deformação da estrutura dos ossos.
O excesso de flúor, portanto, aparece no organismo como fator de desorganização da estrutura do:
Colágeno comprometendo os tecidos conectivos dos tendões, ligamentos, parede das artérias etc., fazendo-os perder a flexibilidade e resistência e provocando processos degenerativos.
Osso gerando a hipermineralização, que o deixa mais vulnerável às fraturas, provoca deformações como a escoliose, cifose, bico-de-papagaio, compressão da coluna e a restrição dos movimentos das juntas.
Este conhecimento não é absolutamente nada de novo, pois, em 1936, o Journal of the American Dental Association já alertava:
É crescente o número de evidências sobre os efeitos da intoxicação crônica causada pela ingestão prolongada de pequenas quantidades de flúor... Os registros sobre toxicidade apontam o flúor, o chumbo e o arsênico como pertencentes a um grupo que intoxica a doses baixas.
Todo químico sabe que a toxicidade do flúor é superior à do chumbo e pouca coisa inferior à do arsênico. Mesmo assim, desde 1945 a toxicidade do flúor foi "absolvida" para que o fluoreto de sódio - subproduto da indústria do alumínio, então florescente com a guerra e a experiência que os alemães acabavam de fazer com o flúor - fosse elevado à categoria de "salvador dos dentes", passando a ser distribuído à população através da rede de águas.
Apesar de qualquer número acima de 15 ppb (partes por bilhão) de chumbo continuar sendo considerado tóxico ao organismo, 1.000 ppb (ou 1ppm) de flúor foi instituído como uma quantidade ideal pelos americanos.
Assim, essa medida logo se tornou um dogma inquestionável para muitos, incluindo o Brasil, embora a "idéia" ainda seja rejeitada por mais de 90% dos países da Europa Ocidental, cujos padrões culturais não permitem tal insensatez.
Para a indústria do alumínio e dos superfosfatos, a reciclagem do flúor, um subproduto que não pode ser jogado ao mar, rios ou lagos devido ao seu alto grau de toxicidade, representa não apenas desoneração, mas lucro -calcula-se que a indústria americana em vez de gastar uns US$400 milhões por ano tentando dispensá-lo sem agredir o ecossistema, consiga lucrar uns US$180 milhões.
Do ponto de vista toxicológico, entretanto, essa história é de uma gravidade tão grande, que qualquer leigo ou cientista tem que se perguntar: A quem interessa a intoxicação dos cidadãos?
O trabalho de investigação do Dr. Philip Sutton, autor de The Greatest Fraud: Fluoridation (O maior fraude: a fluoração), levaram-no a descobrir um memorando de 29 de abril de 1944, do Manhattan Project, onde se produzia a bomba atômica, que dizia:
Evidências clínicas sugerem que o hexafluoreto de urânio atua sobre o sistema nervoso central... E tudo indica que a causa seja o F (flúor) e não o U (urânio).
Esse memorando, que trazia o carimbo de "secreto" e era endereçado ao Coronel Stafford Warren, então chefe do Departamento Médico do Manhattan Project, requisitava um estudo imediato sobre os efeitos do flúor e do urânio alegando que:
Sendo essencial trabalharmos com esses componentes, é necessário conhecermos seus efeitos.... para prevenir perturbações nos operários que possam vir a causar danos a outrem por cumprir sua tarefa de maneira imprópria.
De acordo com o Dr. Robert Isaacson, da Binghamton University(New York), tanto o fluoreto de alumínio quanto o fluoreto de sódio são extremamente tóxicos nas quantidades a que estamos sendo diariamente expostos através dos cremes dentais e da água fluorada, cuja contaminação obviamente se expande aos alimentos.
No estudo publicado em outubro de 1997, no Annals of the New York Academy of Sciences, Isaacson revela que já na sua primeira pesquisa ficou evidente o alto grau de mortalidade e a degradação da saúde dos animais que, a partir do quarto mês de vida, receberam 0,5 ppm de fluoreto de alumínio (AlF3) - 8% morreram antes do estudo completar 45 semanas, enquanto os que resistiram até o final estavam em péssimas condições de saúde.
Pesquisas subseqüentes continuaram mostrando que mesmo em pequenas quantidades o flúor não apenas aumenta os níveis de alumínio no cérebro como interfere sobre o hipocampo - região relacionada com a coordenação do funcionamento das outras partes do cérebro, memória, tomada de iniciativa etc., sobre a qual o Tokyo Metropolitan Institute for Neuroscience acaba de concluir mais uma pesquisa.
Acontece que qualquer dano no hipocampo diminui a vontade, a capacidade de decisão, de contestação etc., isto é, torna qualquer pessoa dócil e submissa, embora também possa levá-la à loucura.
O verdadeiro propósito da água fluorada não é beneficiar os dentes das crianças mas reduzir a resistência de todos à dominação, controle e perda da liberdade.
Por isso, não receio afirmar que qualquer pessoa que beba água artificialmente fluorada por um período de um ano, ou mais, jamais voltará a ser mental ou fisicamente a mesma.
Devido à facilidade com que transpõe as barreiras do cérebro, o flúor ataca o sistema nervoso central, provoca instabilidade do humor, perda da memória e do olfato, desestrutura o neocortex e o hipocampo, além de inúmeras outras conseqüências relacionadas ao seu potencial de intoxicação.
Por isso, o flúor, que antes de aparecer como lixo industrial da produção do alumínio era um produto bastante caro, é um dos principais ingredientes dos venenos de ratos e baratas, dos medicamentos anestésicos, hipnóticos e psiquiátricos, assim como dos gases hoje utilizados como arma militar.
Texto do livro Saúde & Beleza Forever de Mônica Lacombe Camargo 2003.
Postado por Alexandre Cruz
Flúor: por que o Brasil continua usando?
Flúor: por que o Brasil continua usando? (Artigo completo)Por José Ortiz Camargo Neto 17/05/2011 às 14:55
97% da Europa Ocidental proibiu a adição de flúor à água encanada servida à população por considerar essa prática antiética (medicação forçada) perigosa ou danosa ao meio ambiente. No Brasil, porém, a colocação de flúor na água é obrigatória em todas as cidades e capitais - por uma lei do período ditatorial - e é apoiada pelas entidades de odontologia de âmbito nacional. Por que o Brasil não procura saber o que se passa nos países que são o berço da civilização? Por que o Brasil continua usando essa medicação tóxica em nossa água, que todos bebemos?
Flúor, Por que o Brasil Continua Usando?
?A fluoretação da água é obsoleta. Nações que continuam praticando isso deviam envergonhar-se de si mesmas? (Dr. Arvid Carlson, farmacologista sueco, Prêmio Nobel de Medicina/Fisiologia, 2000, em entrevista à Fluoride Action Network )
http://wn.com/Dr_Arvid_Carlsson__Nobel_de_Medicina_ano_2000__Contra_fl%C3%BAor_na_%C3%A1gua_legendas_Pt
José Ortiz Camargo Neto,
Jornalista científico trilógico
A colocação de flúor na água servida à população é proibida na Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega e Suécia (97% da Europa Ocidental), por ser considerada uma prática antiética (?medicação forçada?), perigosa ou nociva ao ser humano e ao ambiente (Fluoride Action Network (FAN)
http://www.fluoridealert.org/govt-statements.htm )
No Brasil, ao contrário, a fluoretação da água é obrigatória em todas as cidades, através da lei nº 6050 de 24 de maio de 1974, promulgada na era Geisel, a qual é apoiada pelas cinco entidades profissionais de odontologia de âmbito nacional (Conselho Federal de Odontologia, Associação Brasileira de Odontologia, Federação Nacional de Odontologistas, Associação Brasileira de Ensino Odontológico e Academia Brasileira de Odontologia). Estas entidades, em 1988, subscreveram um documento nacional pró-flúor, ?que afirmou a fluoretação das águas de abastecimento público como um dos pilares básicos para a prevenção da cárie no Brasil? (Guia de Recomendações para uso de fluoretos no Brasil ? Coordenação de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, 2010).
Em excelente artigo intitulado ?Toxicidade do Flúor?, publicado no site da Associação Brasileira de Medicina Complementar, o médico Arnaldo Veloso da Costa informa que dos Estados Unidos vem a denúncia que a água do país é fluoretada com ?substâncias obtidas de filtros depuradores de refugos industriais de fábricas de fosfatos fertilizantes , as quais contêm contaminantes como arsênico, chumbo, cádmio, mercúrio e substâncias radioativas, legalmente consideradas dejetos industriais e proibidas de serem dispersados no meio ambiente? (manifesto de cientistas e funcionários da US Environmental Protection Agency - a Agência de Proteção Ambiental norte-americana em 6 de maio de 2003).
http://www.medicinacomplementar.com.br/toxidade_fluor.asp
O Ministério da Saúde do governo brasileiro, em seu Guia de Recomendações para Uso de Fluoretos no Brasil confirma: ?Os elementos químicos usados no processo de fluoretação de águas advêm da fabricação de fertilizantes, tendo por base fosfatos (Cremer; Butner, 1970)? (ver trechos desse documento neta matéria).
Além desses contaminantes apontados pela EPA, cujos efeitos nocivos e iatrogênicos são óbvios, centenas de estudos sérios disponíveis na internet apontam que o flúor acumulado no organismo pode causar doenças como: fluorose (manchas marrons e brancas nos dentes), senilidade precoce, arteriosclerose, degeneração dos ossos, distúrbios neurológicos e muitos outros.
Estas são algumas das informações trazidas pela Fluoride Alert Network (FAN): ?O flúor, de acordo com o National Research Council, pode trazer danos: 1. ao cérebro, com alteração de QI em crianças subnutridas; 2) riscos para a glândula tireóide ; podem reduzir a função da tireóide em indivíduos com baixo consumo de iodo; a redução da atividade da tireóide pode trazer perda da acuidade mental, depressão e aumento de peso); 3. Riscos para os ossos, de enfraquecimento e fraturas. Cientistas de Harvard encontraram conexão entre flúor e uma séria forma de câncer de ossos (osteosarcoma); 4. os pacientes com problemas renais são particularmente susceptíveis à toxicidade do flúor devido à inabilidade para excretar os fluoretos do corpo, o que pode causar ou exacerbar a dolorosa doença dos ossos conhecida como osteodistrofia renal (www.fluoridealert.org).
A desmoralizada OMS
Uma das principais e sempre citada apoiante da fluoretação da água é a Organização Mundial da Saúde (OMS) da ONU, que, como se sabe, encontra-se mundialmente sob suspeita, depois que foi publicamente desmoralizada no ano passado, acusada de forjar uma falsa pandemia de gripe suína para favorecer os laboratórios produtores das vacinas. Que moral tem ela para apoiar agora o flúor, que atende a tantos interesses das indústrias que querem se livrar de seus dejetos industrais? O pneumologista alemão Wolfgang Wodarg, líder do subcomitê de Saúde na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, acusou-a dessa conivência com a indústria farmacêutica, fato que ainda não foi convincentemente esclarecido pela OMS.
http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=35&t=Wolfgang-Wodarg-acusa-OMS-de-criar-%93falsa-pandemia%94-da-gripe-A.rtp&article=313516.
De qualquer maneira, com ou sem aval da OMS, 97% dos países da Europa Ocidental proibiram o flúor na água, atendendo ao parecer de seus próprios cientistas e políticos, que consideram antiético medicar a população inteira, sem direito a opção, para prevenir um problema que pode ser prevenido de outras maneiras menos perigosas.
Um documento oficial brasileiro
Trechos do Guia de Recomendações para uso de fluoretos no Brasil, da Coordenação Nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde (2009)
http://cfo.org.br/wp-content/uploads/2010/02/livro_guia_fluoretos.pdf,
Supervisão:
Claunara Schilling Mendonça
Coordenação:
Gilberto Alfredo Pucca Junior
Equipe Técnica:
Marco Aurélio Peres (coordenador) ? Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina
Jaime Aparecido Cury ? Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas
Livia Maria Andaló Tenuta ? Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas
Paulo Capel Narvai ? Departamento de Prática de Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Simone Tetu Moyses ? Curso de Odontologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Valéria Marinho ? Cochrane Oral Health Group, Inglaterra
1. Sobre a procedência do flúor: ?Os elementos químicos usados no processo de fluoretação de águas advêm da fabricação de fertilizantes, tendo por base fosfatos, cuja matéria prima provém de fontes naturais (CREMER; BUTNNER, 1970)?;
2. Sobre os riscos de falhas humanas: ?A adição de compostos fluorados à água é feita na etapa final do tratamento da água. O procedimento é relativamente simples, mas requer atenção e controle por parte de pessoal devidamente treinado. (...) Em nenhuma hipótese água cujo teor de flúor é desconhecido pode ser fornecida à população.?
Comentário nosso: Cientifica e praticamente considerando, quer nos parecer improvável, ou até mesmo impossível, manter sempre aquela taxa considerada perfeita de flúor na água. A fixação de uma taxa exatíssima de flúor a ser adicionado à água (como 0,7 ppm, ou 0,7 partícula por milhão) parece-nos algo fora da realidade. Como alcançar essa proporção matemática exata, estável e contínua em todas as cidades e capitais do país inteiro? Em todas as estações de tratamento? Como conservar imutável essa taxa, que não pode subir sem riscos à população? É uma ideia megalômana, que não considera a possibilidade de erro humano ou falha de equipamento. É impossível vigiar com essa precisão milimétrica a água todos os dias de todo o Brasil, é outra ideia teomânica. Além disso, o ser humano não ingere flúor só quando bebe da água encanada, mas também em inúmeros produtos fluoretados, sem dizer que todos os alimentos estão fluoretados, por serem regados com água com flúor.
3. Sobre os riscos aos manipuladores: ?Os cuidados de biossegurança envolvidos com a fluoretação das águas dizem respeito basicamente à estocagem dos produtos, uma vez que, dada a concentração em que são armazenados, podem causar danos aos manipuladores.?
4. Sobre os riscos à população fluoretada: ?Teores inadequados de flúor em águas têm implicações éticas. Se a água é hipofluorada, não protege contra a cárie, e isso deve ser informado à população. Se a água é hiperfluorada, a população com idade até 9 anos fica exposta a desenvolver fluorose dentária em graus estética e funcionalmente significativos.?
5. Sobre aspectos estranhos da legislação: ?A norma brasileira (Portaria MS-GM-518, de 25/3/2004) fixou o VPM de fluoreto em 1,5 ppm. Esse teor é certamente prejudicial aos menores de 9 anos de idade continuamente expostos, e deve ser entendido, sob o aspecto ético, como decorrente apenas do esforço para prover água tratada às populações humanas em todo o país. Tal teor não é contudo o recomendado para o Brasil pela coordenação Nacional de Saúde Bucal nem por qualquer entidade de saúde pública ou instituição odontológica, cujas referências são as indicadas neste Guia. Portanto, a exposição compulsória, continuada de indivíduos menores de nove anos de idade a teores superiores a 0,84 ppmF (onde o teor ótimo é 0,70 ppmF) ou a 1,14 ppmF (onde o teor ótimo é 1,00 ppmF) implica informar seus responsáveis sobre tais riscos, recomendando-lhes evitar ingerir e preparar alimentos com essas águas
6. Sobre o aumento das taxas de fluorose dentária: ?O impacto da ampliação do uso de produtos fluoretados no controle da cárie dentária em todo o mundo, inclusive no Brasil, especialmente a partir dos anos 1980 e 1990, tem sido evidenciado pelas modificações significativas do perfil epidemiológico da doença. Entretanto, essas mudanças podem estar sendo acompanhadas por uma tendência inversa de aumento das taxas de fluorose dentária (KHAN ET. Al., 2005; CUNHA; TOMITA, 2006; MENEGHIM ET. Al. 2006). Evidências de que a prevalência de fluorose dentária tem aumentado no mundo todo, tanto em áreas com água fluoretada quanto em áreas sem água fluoretada, pela quantidade de flúor ingerida por meio de múltiplas fontes, têm destacado a preocupação com outras formas de consumo. A fluorose dentária é o aumento da ingestão média de fluoretos por meio de múltiplas fontes. O uso de água fluoretada, dentrifrício fluoretado, suplementos com flúor e bebidas ou alimentação infantil em pó contendo fluoretos antes dos seis anos de idade têm sido considerados fatores mais importantes (MASCARENHAS, 2000; WHELTON ET AL., 2004). Além disso, outras fontes adicionais de flúor, como água mieral, sal fluoretado, chás e bebidas infantis podem aumentar o risco de fluorose dentária eem crianças?.
7. Sobre os acidentes letais: ?São raríssimos os casos de intoxicação aguda letal resultante da ingestão de fluoretos em formulações usadas para a prevenção da cárie dentária. Náuseas e vômitos têm sido relatados quando da aplicação tópica de F-Gel com moldeiras, entretanto sem nenhuma preocupação com letalidade. Acidentes letais ocorreram no passado com produtos profissionais não mais
O dr. Bill Osmunson, dentista clínico e estético há mais de 30 anos nos Estados Unidos, adiciona que além de ser um veneno, o flúor não traz o alardeado benefício de prevenir ou reduzir cáries como provam estatísticas mundiais. ?E se não há benefícios, por que fluoretar?? pergunta ele.
http://www.youtube.com/watch?v=ZYjiWW7pv3E
E nós concluímos com a pergunta que inicia este artigo: Flúor, por que o Brasil continua usando?
?A fluoretação da água é obsoleta. Nações que continuam praticando isso deviam envergonhar-se de si mesmas? (Dr. Arvid Carlson, farmacologista sueco, Prêmio Nobel de Medicina/Fisiologia, 2000, em entrevista à Fluoride Action Network )
José Ortiz Camargo Neto,
Jornalista científico trilógico
A colocação de flúor na água servida à população é proibida na Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega e Suécia (97% da Europa Ocidental), por ser considerada uma prática antiética (?medicação forçada?), perigosa ou nociva ao ser humano e ao ambiente (Fluoride Action Network (FAN)
No Brasil, ao contrário, a fluoretação da água é obrigatória em todas as cidades, através da lei nº 6050 de 24 de maio de 1974, promulgada na era Geisel, a qual é apoiada pelas cinco entidades profissionais de odontologia de âmbito nacional (Conselho Federal de Odontologia, Associação Brasileira de Odontologia, Federação Nacional de Odontologistas, Associação Brasileira de Ensino Odontológico e Academia Brasileira de Odontologia). Estas entidades, em 1988, subscreveram um documento nacional pró-flúor, ?que afirmou a fluoretação das águas de abastecimento público como um dos pilares básicos para a prevenção da cárie no Brasil? (Guia de Recomendações para uso de fluoretos no Brasil ? Coordenação de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, 2010).
Em excelente artigo intitulado ?Toxicidade do Flúor?, publicado no site da Associação Brasileira de Medicina Complementar, o médico Arnaldo Veloso da Costa informa que dos Estados Unidos vem a denúncia que a água do país é fluoretada com ?substâncias obtidas de filtros depuradores de refugos industriais de fábricas de fosfatos fertilizantes , as quais contêm contaminantes como arsênico, chumbo, cádmio, mercúrio e substâncias radioativas, legalmente consideradas dejetos industriais e proibidas de serem dispersados no meio ambiente? (manifesto de cientistas e funcionários da US Environmental Protection Agency - a Agência de Proteção Ambiental norte-americana em 6 de maio de 2003).
O Ministério da Saúde do governo brasileiro, em seu Guia de Recomendações para Uso de Fluoretos no Brasil confirma: ?Os elementos químicos usados no processo de fluoretação de águas advêm da fabricação de fertilizantes, tendo por base fosfatos (Cremer; Butner, 1970)? (ver trechos desse documento neta matéria).
Além desses contaminantes apontados pela EPA, cujos efeitos nocivos e iatrogênicos são óbvios, centenas de estudos sérios disponíveis na internet apontam que o flúor acumulado no organismo pode causar doenças como: fluorose (manchas marrons e brancas nos dentes), senilidade precoce, arteriosclerose, degeneração dos ossos, distúrbios neurológicos e muitos outros.
Estas são algumas das informações trazidas pela Fluoride Alert Network (FAN): ?O flúor, de acordo com o National Research Council, pode trazer danos: 1. ao cérebro, com alteração de QI em crianças subnutridas; 2) riscos para a glândula tireóide ; podem reduzir a função da tireóide em indivíduos com baixo consumo de iodo; a redução da atividade da tireóide pode trazer perda da acuidade mental, depressão e aumento de peso); 3. Riscos para os ossos, de enfraquecimento e fraturas. Cientistas de Harvard encontraram conexão entre flúor e uma séria forma de câncer de ossos (osteosarcoma); 4. os pacientes com problemas renais são particularmente susceptíveis à toxicidade do flúor devido à inabilidade para excretar os fluoretos do corpo, o que pode causar ou exacerbar a dolorosa doença dos ossos conhecida como osteodistrofia renal (www.fluoridealert.org).
A desmoralizada OMS
Uma das principais e sempre citada apoiante da fluoretação da água é a Organização Mundial da Saúde (OMS) da ONU, que, como se sabe, encontra-se mundialmente sob suspeita, depois que foi publicamente desmoralizada no ano passado, acusada de forjar uma falsa pandemia de gripe suína para favorecer os laboratórios produtores das vacinas. Que moral tem ela para apoiar agora o flúor, que atende a tantos interesses das indústrias que querem se livrar de seus dejetos industrais? O pneumologista alemão Wolfgang Wodarg, líder do subcomitê de Saúde na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, acusou-a dessa conivência com a indústria farmacêutica, fato que ainda não foi convincentemente esclarecido pela OMS.
De qualquer maneira, com ou sem aval da OMS, 97% dos países da Europa Ocidental proibiram o flúor na água, atendendo ao parecer de seus próprios cientistas e políticos, que consideram antiético medicar a população inteira, sem direito a opção, para prevenir um problema que pode ser prevenido de outras maneiras menos perigosas.
Um documento oficial brasileiro
Trechos do Guia de Recomendações para uso de fluoretos no Brasil, da Coordenação Nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde (2009)
Supervisão:
Claunara Schilling Mendonça
Coordenação:
Gilberto Alfredo Pucca Junior
Equipe Técnica:
Marco Aurélio Peres (coordenador) ? Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina
Jaime Aparecido Cury ? Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas
Livia Maria Andaló Tenuta ? Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas
Paulo Capel Narvai ? Departamento de Prática de Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Simone Tetu Moyses ? Curso de Odontologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Valéria Marinho ? Cochrane Oral Health Group, Inglaterra
1. Sobre a procedência do flúor: ?Os elementos químicos usados no processo de fluoretação de águas advêm da fabricação de fertilizantes, tendo por base fosfatos, cuja matéria prima provém de fontes naturais (CREMER; BUTNNER, 1970)?;
2. Sobre os riscos de falhas humanas: ?A adição de compostos fluorados à água é feita na etapa final do tratamento da água. O procedimento é relativamente simples, mas requer atenção e controle por parte de pessoal devidamente treinado. (...) Em nenhuma hipótese água cujo teor de flúor é desconhecido pode ser fornecida à população.?
Comentário nosso: Cientifica e praticamente considerando, quer nos parecer improvável, ou até mesmo impossível, manter sempre aquela taxa considerada perfeita de flúor na água. A fixação de uma taxa exatíssima de flúor a ser adicionado à água (como 0,7 ppm, ou 0,7 partícula por milhão) parece-nos algo fora da realidade. Como alcançar essa proporção matemática exata, estável e contínua em todas as cidades e capitais do país inteiro? Em todas as estações de tratamento? Como conservar imutável essa taxa, que não pode subir sem riscos à população? É uma ideia megalômana, que não considera a possibilidade de erro humano ou falha de equipamento. É impossível vigiar com essa precisão milimétrica a água todos os dias de todo o Brasil, é outra ideia teomânica. Além disso, o ser humano não ingere flúor só quando bebe da água encanada, mas também em inúmeros produtos fluoretados, sem dizer que todos os alimentos estão fluoretados, por serem regados com água com flúor.
3. Sobre os riscos aos manipuladores: ?Os cuidados de biossegurança envolvidos com a fluoretação das águas dizem respeito basicamente à estocagem dos produtos, uma vez que, dada a concentração em que são armazenados, podem causar danos aos manipuladores.?
4. Sobre os riscos à população fluoretada: ?Teores inadequados de flúor em águas têm implicações éticas. Se a água é hipofluorada, não protege contra a cárie, e isso deve ser informado à população. Se a água é hiperfluorada, a população com idade até 9 anos fica exposta a desenvolver fluorose dentária em graus estética e funcionalmente significativos.?
5. Sobre aspectos estranhos da legislação: ?A norma brasileira (Portaria MS-GM-518, de 25/3/2004) fixou o VPM de fluoreto em 1,5 ppm. Esse teor é certamente prejudicial aos menores de 9 anos de idade continuamente expostos, e deve ser entendido, sob o aspecto ético, como decorrente apenas do esforço para prover água tratada às populações humanas em todo o país. Tal teor não é contudo o recomendado para o Brasil pela coordenação Nacional de Saúde Bucal nem por qualquer entidade de saúde pública ou instituição odontológica, cujas referências são as indicadas neste Guia. Portanto, a exposição compulsória, continuada de indivíduos menores de nove anos de idade a teores superiores a 0,84 ppmF (onde o teor ótimo é 0,70 ppmF) ou a 1,14 ppmF (onde o teor ótimo é 1,00 ppmF) implica informar seus responsáveis sobre tais riscos, recomendando-lhes evitar ingerir e preparar alimentos com essas águas
6. Sobre o aumento das taxas de fluorose dentária: ?O impacto da ampliação do uso de produtos fluoretados no controle da cárie dentária em todo o mundo, inclusive no Brasil, especialmente a partir dos anos 1980 e 1990, tem sido evidenciado pelas modificações significativas do perfil epidemiológico da doença. Entretanto, essas mudanças podem estar sendo acompanhadas por uma tendência inversa de aumento das taxas de fluorose dentária (KHAN ET. Al., 2005; CUNHA; TOMITA, 2006; MENEGHIM ET. Al. 2006). Evidências de que a prevalência de fluorose dentária tem aumentado no mundo todo, tanto em áreas com água fluoretada quanto em áreas sem água fluoretada, pela quantidade de flúor ingerida por meio de múltiplas fontes, têm destacado a preocupação com outras formas de consumo. A fluorose dentária é o aumento da ingestão média de fluoretos por meio de múltiplas fontes. O uso de água fluoretada, dentrifrício fluoretado, suplementos com flúor e bebidas ou alimentação infantil em pó contendo fluoretos antes dos seis anos de idade têm sido considerados fatores mais importantes (MASCARENHAS, 2000; WHELTON ET AL., 2004). Além disso, outras fontes adicionais de flúor, como água mieral, sal fluoretado, chás e bebidas infantis podem aumentar o risco de fluorose dentária eem crianças?.
7. Sobre os acidentes letais: ?São raríssimos os casos de intoxicação aguda letal resultante da ingestão de fluoretos em formulações usadas para a prevenção da cárie dentária. Náuseas e vômitos têm sido relatados quando da aplicação tópica de F-Gel com moldeiras, entretanto sem nenhuma preocupação com letalidade. Acidentes letais ocorreram no passado com produtos profissionais não mais
O dr. Bill Osmunson, dentista clínico e estético há mais de 30 anos nos Estados Unidos, adiciona que além de ser um veneno, o flúor não traz o alardeado benefício de prevenir ou reduzir cáries como provam estatísticas mundiais. ?E se não há benefícios, por que fluoretar?? pergunta ele.
E nós concluímos com a pergunta que inicia este artigo: Flúor, por que o Brasil continua usando?
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